"Se os partidos querem candidatar os seus dinossauros autárquicos a um quarto mandato vão ter de o assumir
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Uma cena falhada
"Se os partidos querem candidatar os seus dinossauros autárquicos a um quarto mandato vão ter de o assumir
quinta-feira, 28 de junho de 2012
António Costa considera adequado pagar 19 mil euros a Mega Ferreira por um estudo
Os mesmos, sempre os mesmos ...
Sem comentários!!!
O presidente da Câmara de Lisboa considera justo pagar 19 mil euros por um estudo sobre os museus da capital. A autarquia encomendou este trabalho a António Mega Ferreira, que, em quatro meses, vai analisar a situação de todos os museus camarários com vista à renovação do Museu da Cidade.
António Costa considera que 19 mil euros é um valor normal: “É o valor dele e a história da cidade é muito importante”, defende.
O estudo a realizar pelo ex-director do Centro Cultural de Belém visa uma renovação do Museu da Cidade, que pode vir a chamar-se Museu de Lisboa e mudar de instalações para um edifício de arquitectura contemporânea novo ou a reabilitar, com ênfase no século XX e XXI, informou a vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto.
Tendo em conta a «atual conjuntura de mudanças de paradigma nas políticas culturais em geral», as vereadoras da Cultura e das Finanças, Catarina Vaz Pinto e Maria João Mendes, respetivamente, consideram «necessário e pertinente a elaboração de uma reflexão crítica contemporânea e alargada» do museu da cidade.
A escolha de António Mega Ferreira, segundo o presidente da câmara da capital, seguiu um “critério da qualidade, de alguém que já deu provas dadas de conhecer bem a cidade, de compreender bem a cidade e saber como é que a história da cidade pode ser reinventada de forma a cativar todos”.
A aquisição de serviços foi criticada pelo PSD, CDS-PP e PCP e acabou por ser aprovada apenas com os votos do PS e do vereador independente Sá Fernandes (eleito na lista do PS). O PCP e os vereadores do movimento Cidadãos por Lisboa (também eleitos nas listas do PS) abstiveram-se, enquanto PSD e CDS votaram contra.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Acabem com os vereadores
A actualidade politica do País está centrada na aprovação ou não do orçamento de estado que o (des)governo socialeiro de José Sócrates vai apresentar no parlamento.
A opinião geral é que o orçamento tem de ser aprovado sob pena do diluvio financeiro nos cair em cima se não for.
Dizem os arautos da desgraça que o FMI e os "mercados" nos levariam à bancarrota se o imbecil Sócrates se demitisse e o País ficasse sem governo e sem politicas económicas de combate ao deficit.
Nem vale a pena sequer falar sobre esta politica suicida de redução dos deficits levada a cabo na Europa neoliberal dominada pela Alemanha de Ângela Merkel, mas o que vale a pena é saber o que pode ser feito para reduzir a despesa dos estados sem ser à custa da redução dos salários e dos apoios sociais.
Correm por aí listas de entidades publicas que devem ser extintas.
Institutos, fundações, empresas publicas, já dissemos que a sua passagem a meras direcções gerais pouparia mais de 400 milhões de euros só por eliminar as administrações do entachados.
Mas há mais, muito mais, onde cortar assim haja vontade politica para o fazer.
Os vereadores das câmaras municipais são os próximos em linha para serem eliminados.
É sabido que esta gente, com ou sem pelouros atribuídos, arrastam atrás de si gabinetes de assessores, secretárias e adjuntos que custam os olhos da cara ao erário publico.
É também sabido que as funções dos vereadores podem ser desempenhadas mais eficazmente por serviços camarários com direcções nomeadas por critérios de competência e não por compadrio politico ou familiar.
Os vereadores são um sub-produto da chamada democracia autárquica pois existem para dar a ideia (falsa) de que as câmaras são, em si, organismos democráticos onde se debatem as ideias e os projectos para melhorar a vida dos munícipes.
Esse debate deveria ser feito a nível das assembleias municipais, que deveriam ter poder para viabilizar o que de bom saísse da cabeça dos presidentes das câmaras e chumbar o lixo que não fosse útil à população.
Assim houvesse coragem para alterar a Constituição e acabar com os vereadores e a despesa das autarquias baixaria drasticamente.
Não são só so seus vencimentos mas também os da suas cortes, as viaturas, os despesas de representação, etc, etc, etc.
O País ficava melhor sem vereadores.
